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quinta-feira, 11 de março de 2010

Novas paragens avenida Brasil

Avenida do Brasil - Lisboa
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Quem conhece este percurso sabe que esta é uma Avenida movimentada, na qual, no sentido Rotunda do Relógio/Universidade existe umas paragens que são mais movimentadas que as restantes. Localizadas na última paragem antes da curva para o Campo Grande, este local funciona como a zona "afluente" da avenida: ali páram todos os autocarros que chegam das transversais e do cimo da rua. Mas com as obras no passeio para albergar a ciclovia, esta paragem coberta, um tanto útil nos dias de frio e vento, precisou ser alterada. E assim, com a obra finalizada e já com as estacas colocadas pela borda do passeio, estranhamente, nenhuma ciclovia foi feita neste trecho do passeio. As paragens voltaram ao local, mas diferentes. Uma coisa fizeram bem feita: separaram os autocarros por 3 paragens, mas de forma a que a disposição impede a aglumeração do passado, que fazia com que as viaturas ficassem ali em fila, esperando à vez a altura de largar a apanhar passageiros.
As pessoas ainda andam um pouco perdidas, mas a circulação parece fazer-se melhor. Com a configuração anterior (três paragens cobertas lado a lado a curta distância, como mostra a imagem), os autocarros tinham de ficar em fila "indiana" a aguardar a vez do trânsito andar, para um deles se enfiar e andar. O segundo repetia o processo e, se a intenção era apanhar o terceiro, está-se já a ver... levava 5 minutos até a viatura chegar até à paragem! .
Porém, nem tudo pode ser um mar de rosas. E essas paragens cobertas, com assentos, foram simplesmente substituídas por postes. Postes e placas. Ao relento e com chuva, não devem ser nada agradáveis. Ainda mais porque, estranhamente, o passeio também encurtou... mas não há ciclovia! O passeio está mais curto... que raio??
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Lisboa prepara-se para infernizar o dia-a-dia dos Lisboetas. É o que vêm aí obras! E onde? Na segunda circular e na Calçada de Carriche! Vai ser um inferno... só de pensar, desejo emigrar!

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Convivência com as ciclovias

Passo todos os dias no autocarro pelas obras de ciclovias a decorrer na Av. do Brasil. Há partes do percurso que me deixam curiosa. A ciclovia começa na Rotunda do Relógio e segue avenida acima... enquanto tem espaço. Mas, ali pelo meio, qual a solução que vão arranjar? Não existe espaço para ciclovia. Só um pequeno passeio com árvores, cuja raíz levantou os cubos de pedra da calçada e parques de estacionamento. Tanto um, quanto outro, fazem falta. A ciclovia vai passar por cima e ser aérea?
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A obra parece-me estar a ser executada com visível planeamento. Mas a curiosidade para aquele troço persiste.
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Já o que preocupa, é o final da avenida. Já alcatroada, a ciclovia está protegida por pilaretes. Mas, é claro, estes não são colocados diante das garagens. E o que acontece? Os automóveis sobem o passeio por essa abertura e estacionam os veículos por todo o espaço. O peão, pelo que vejo, continua a caminhar pela calçada. Mas com automóveis estacionados ali, onde fica o peão e o ciclista? Vão dividir o espaço do passeio com os automóveis? Relembro que o estacionamento nesta parte da via chegava a ser na faxa de rodagem... atrapalhando a circulação do autocarro.
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Os automóveis são sempre um problema... precisam de estacionar e, pouco habituadas que as pessoas estão em andar, querem sempre "enfiá-los" pela porta a dentro...
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Pior que este caso, só mesmo a Av. da Igreja, em Alvalade. Nossa! Até num Domingo (passado), enquanto aguardava o autocarro na paragem, os automóveis estacionavam por toda a parte, até mesmo em fila dupla e tripla! Para lá e para cá, tudo por causa do frango assado! Nossa. Que movimento gera aquelas casas de frango!